ROSAMUND E O REI
A primeira vez que ficou viuva, Rosamund Bolton tinha seis anos. A segunda não tinha treze anos e ainda era virgem. Com excessão de tres anos, tinha sido casada durante toda a vida.
Herdeira de uma vasta extensão de terra, entre a Inglaterra e a Escócia, o destino assume e a leva da custódia de um tio cruel para a corte de Elizabeth de York e as câmaras do impetuoso jovem Henrique VIII.
O nobre sir Owein Meredith vai defende-la dos avanços de um principe e do fogo de Logan Hepbum, mesmo que isso signifique desafiar a vontade de um Rei.
Olá
Meu propósito inicial, em abrir este espaço, é para pessoas, que como eu, gostem de ler e muitas vezes não encontram com quem fazer um comentário sobre o livro ou um determinado autor(a).
Talvez consigamos chegar ao meu objetivo final, que seria, sairmos do virtual e nos encontrarmos pessoalmente, formando assim, um "Clube de leitura", onde democraticamente, possamos expor nossas impressões.
O resultado seria, uma interação literária e, consequentemente novas amizades.
Sou Leninha, uma apaixonada pela leitura.
Sejam todos bem vindos!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A PROSTITUTA ERRANTE
Marie, filha de um rico burguês da cidade de Constança, ve seu sonho de um casamento de contos de fadas desmoronar, quando, ainda virgem é acusada de prostituição pelo seu noivo, o inescrupuloso advogado Lorde Ruppert, em troca do dote de Marie, trama uma armadilha, a qual caem ela e o pai.
Na Alemanha Medieval, ano de 1.410, Marie é estuprada após ser presa por homens contratados pelo seu noivo.
No tribunal é condenada a receber chibatadas e ser exilada da cidade.
Humilhada, é obrigada a conviver com um grupo de prostitutas e passa a vender seu corpo para sobreviver.
Contudo, ela não aceitará sua promiscua situação e buscará vingança por tudo que lhe foi feito. Seu alvo é um grupo de nobres gananciosos que, graças à sua influência na corte do Imperador, se mantém impune mesmo cometendo as piores falcatruas, falsificação de documento, assassinato de inimigos e incriminação de inocentes.
Com o título um tanto quanto lascivo, no estilo das clássicas aventuras, é um livro forte que inclui ingredientes eróticos, históricos e sentimentais, assim como preceitos negativos como a ambição, traição e vingança.
Uma obra magnífica, com certeza um livro cheio de surpresas.
Lorentz, Iny
Suma de Letras
Na Alemanha Medieval, ano de 1.410, Marie é estuprada após ser presa por homens contratados pelo seu noivo.
No tribunal é condenada a receber chibatadas e ser exilada da cidade.
Humilhada, é obrigada a conviver com um grupo de prostitutas e passa a vender seu corpo para sobreviver.
Contudo, ela não aceitará sua promiscua situação e buscará vingança por tudo que lhe foi feito. Seu alvo é um grupo de nobres gananciosos que, graças à sua influência na corte do Imperador, se mantém impune mesmo cometendo as piores falcatruas, falsificação de documento, assassinato de inimigos e incriminação de inocentes.
Com o título um tanto quanto lascivo, no estilo das clássicas aventuras, é um livro forte que inclui ingredientes eróticos, históricos e sentimentais, assim como preceitos negativos como a ambição, traição e vingança.
Uma obra magnífica, com certeza um livro cheio de surpresas.
Lorentz, Iny
Suma de Letras
A SORTE DE MORGAN
Um história real, a Inglaterra do século XVIII, um sistema judiciário excêntrico, um experimento em Direito Penal, a colonização de um território distante; tudo isso se transformou nesse arrebatador romance, com uma narrativa impar, onde História, situações dramáticas, paixão, amor e ódio se misturam.
Richard Morgan é um dos personagens mais cativantes já criados pela autora. Pelos olhos de Morgan vemos os dois mundos em que se passa a história:
O da Bristol do século XVIII, sendo ele filho de taverneiro,artesão, marido feliz e pai dedicado;
E o de um condenado ao exílio que somente sobreviveu graças a sua energia e calma, inteligencia,
imparcialidade, bom senso e disposição em ajudar aos demais.
Ele foi um dos 582 homens e 193 mulheres, todos condenados, que sairam da Inglaterra em maio de 1787 chegando em Botany Bay, território Australiano em 1788.
Os sofrimentos não acabaram, mas apenas haviam começados para todos aqueles que haviam sobrevivido após uma das viagens mais extenuantes e desafiadoras para qualquer ser humano.
McClullough, Colleen, 1937
A SORTE DE MORGAN
Editora Bertrand Brasil Ltda
Richard Morgan é um dos personagens mais cativantes já criados pela autora. Pelos olhos de Morgan vemos os dois mundos em que se passa a história:
O da Bristol do século XVIII, sendo ele filho de taverneiro,artesão, marido feliz e pai dedicado;
E o de um condenado ao exílio que somente sobreviveu graças a sua energia e calma, inteligencia,
imparcialidade, bom senso e disposição em ajudar aos demais.
Ele foi um dos 582 homens e 193 mulheres, todos condenados, que sairam da Inglaterra em maio de 1787 chegando em Botany Bay, território Australiano em 1788.
Os sofrimentos não acabaram, mas apenas haviam começados para todos aqueles que haviam sobrevivido após uma das viagens mais extenuantes e desafiadoras para qualquer ser humano.
McClullough, Colleen, 1937
A SORTE DE MORGAN
Editora Bertrand Brasil Ltda
Eu fali, e daí????
Lançamento do livro “Eu fali, e daí????
Uma leitura essencial para todas as pessoas que querem entender as complicadas
engrenagens que levam à falência e a força e o aprendizado que nascem dessa difícil
experiência.
Antonio Luiz Pontes, administrador, professor,
consultor, pós-graduado pela FGV em finanças, controladoria e auditoria, autor
do livro “Vendas e a Dinâmica da Inteligência”, disponibilizará, brevemente,
mais uma obra para o mercado, intitulada “Eu fali, e daí????”.
Nesse novo trabalho, Pontes, alternando
teoria com exemplos da própria vida, demonstra que o mundo corporativo é
pouco condescendente com os erros e rigoroso na aplicação das penalidades
a quem, inadvertidamente, equivocou-se no uso das ferramentas de gestão, ou
não soube administrar seus escassos recursos. As penas variam de simples
advertência até a máxima, sombriamente, designada pelo termo “falência”.
Para quem faliu, explica Pontes, a
condenação vem acompanhada de inúmeros outros sintomas: fortes dores de
cabeça, desespero, frustrações, sentimentos de impotência, isolamento e,
muito comum nessas circunstâncias, depressão.
Entretanto, o cumprimento da dura punição
pode ser suavizado se alguns quesitos não forem deixados de lado.
Discernir entre causas e efeitos, elaborar
planos de recuperação, realizar planejamentos, retirar da penosa lição a
blindagem que evitará a recorrência dos erros. Esse é o desafio lançado pelo
autor: tratar sobre um tema delicado, sem rodeios, propondo uma reflexão
abrangente e realista, considerando a ótica de quem vivenciou o problema, sua
dimensão e desdobramentos.
Uma narrativa focada na administração de
empresas e na administração da vida, que caminham lado a lado, inseparáveis.
Os leitores serão levados a entender
um “choque” de gestão, a potencialização dos recursos humanos, importância
das lideranças no caminho do sucesso das companhias, como superar, sem
preconceitos, o fantasma da falência e, ao mesmo tempo, desfrutarão de uma
história real, repleta de exemplos, lutas, derrotas, conquistas.
Enfim, terão elementos para avaliar se
desempenham, nas empresas e na vida social, o papel de chumbo ou o de gás
hélio. Poderão decidir como enfrentar os abismos, terrestres ou marítimos, na
eventualidade de um sufoco, e entender a vantagem da correta opção. O
desafio está lançado!
Preço, R$ 25,00, disponível no mercado a
partir de 13/10/2011. Contato com o autor: antonioluizpontes@yahoo.com.br.
Distribuição através da Edinelli Distribuidora de Livros, Sorocaba-SP, fone 15-
32377066, com Cecília.
Angeles Paredes
Uma leitura essencial para todas as pessoas que querem entender as complicadas
engrenagens que levam à falência e a força e o aprendizado que nascem dessa difícil
experiência.
Antonio Luiz Pontes, administrador, professor,
consultor, pós-graduado pela FGV em finanças, controladoria e auditoria, autor
do livro “Vendas e a Dinâmica da Inteligência”, disponibilizará, brevemente,
mais uma obra para o mercado, intitulada “Eu fali, e daí????”.
Nesse novo trabalho, Pontes, alternando
teoria com exemplos da própria vida, demonstra que o mundo corporativo é
pouco condescendente com os erros e rigoroso na aplicação das penalidades
a quem, inadvertidamente, equivocou-se no uso das ferramentas de gestão, ou
não soube administrar seus escassos recursos. As penas variam de simples
advertência até a máxima, sombriamente, designada pelo termo “falência”.
Para quem faliu, explica Pontes, a
condenação vem acompanhada de inúmeros outros sintomas: fortes dores de
cabeça, desespero, frustrações, sentimentos de impotência, isolamento e,
muito comum nessas circunstâncias, depressão.
Entretanto, o cumprimento da dura punição
pode ser suavizado se alguns quesitos não forem deixados de lado.
Discernir entre causas e efeitos, elaborar
planos de recuperação, realizar planejamentos, retirar da penosa lição a
blindagem que evitará a recorrência dos erros. Esse é o desafio lançado pelo
autor: tratar sobre um tema delicado, sem rodeios, propondo uma reflexão
abrangente e realista, considerando a ótica de quem vivenciou o problema, sua
dimensão e desdobramentos.
Uma narrativa focada na administração de
empresas e na administração da vida, que caminham lado a lado, inseparáveis.
Os leitores serão levados a entender
um “choque” de gestão, a potencialização dos recursos humanos, importância
das lideranças no caminho do sucesso das companhias, como superar, sem
preconceitos, o fantasma da falência e, ao mesmo tempo, desfrutarão de uma
história real, repleta de exemplos, lutas, derrotas, conquistas.
Enfim, terão elementos para avaliar se
desempenham, nas empresas e na vida social, o papel de chumbo ou o de gás
hélio. Poderão decidir como enfrentar os abismos, terrestres ou marítimos, na
eventualidade de um sufoco, e entender a vantagem da correta opção. O
desafio está lançado!
Preço, R$ 25,00, disponível no mercado a
partir de 13/10/2011. Contato com o autor: antonioluizpontes@yahoo.com.br.
Distribuição através da Edinelli Distribuidora de Livros, Sorocaba-SP, fone 15-
32377066, com Cecília.
Angeles Paredes
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
VIII MOSTRA DE DRAMATURGIA DE SOROCABA
A Oficina Cultural Grande Otelo em parceira com a ATS – Associação Teatral de Sorocaba divulga os projetos teatrais aprovados para participar da VIII Mostra de Dramaturgia de Sorocaba, que acontecerá de 24 a 29 de outubro na sede da Oficina Cultural Grande Otelo.
A Mostra promoverá debates a partir de leituras dramáticas dos textos selecionados priorizando a troca de experiências e aquisição de conhecimento.
Confira a lista dos textos selecionados para participar da VIII Mostra de Dramaturgia de Sorocaba
Foram selecionados sete textos inéditos que serão apresentados em dois formatos:Exposição de Dramaturgia e Leitura Dramática.
grandeotelo@oficinasculturais.org.br
ESPETACULO TEATRAL “UM ESPETÁCULO SEM PATROCÍNIO” EDEBATE “PROCESSO CRIATIVO NA DRAMATURGIA”
Leonardo Martins de Barros (Léo Lama )
24/10-segunda-feira-19h
Indicação: 16 anos
100 lugares
Leo Lama é músico, poeta, dramaturgo, diretor, escritor, roteirista e palestrante. Estreou como autor teatral com a peça “Dores de Amores”, o que lhe garantiu dois prêmios da área: Mambembe de revelação e Molière.A Mostra promoverá debates a partir de leituras dramáticas dos textos selecionados priorizando a troca de experiências e aquisição de conhecimento.
Confira a lista dos textos selecionados para participar da VIII Mostra de Dramaturgia de Sorocaba
Foram selecionados sete textos inéditos que serão apresentados em dois formatos:Exposição de Dramaturgia e Leitura Dramática.
grandeotelo@oficinasculturais.org.br
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A Deusa da Fortuna
Infinitamente sábio, o magnifico Soberano do Universo determinou que o ouro e todas as pedras preciosas fossem soterradas a profundidades variadas e apenas em alguns locais elas poderiam aflorar à superfície.
Seu objetivo era controlar a cobiça dos homens e favorecer o gradual desenvolvimento da raça humana, através do trabalho as forças da inteligencia se elevariam, através da colaboração as forças da moral seriam exercitadas.
Nomeou então sua filha Ágata como Deusa dos Minerais, pedindo que acompanhasse o processo de elaboração das pedras preciosas e semipreciosas e sua distribuição.
A sacerdotisa Messina, ouviu todos os planos do Soberano, ela adorava incentivar a cobiça entre os homens.
Sete princesas foram convocadas por Ágata que as encarregou da produção e distribuição. Vieram à superfície planetária e deram início a produção e se concentraram em distribuir nos leitos dos rios e sopé das montanhas.
Não precisariam se preocupar em divulgar, pois a sacerdotisa Messina se encarregou demostrar uma grande quantidade de ouro aos habitantes do povoado, despertando assim a cobiça do ser humano.
A princesinha Mirna, filha da Deusa da Sabedoria, quando desceu à superfície verificou que as crianças não sabiam ler e escrever, ignoravam a aritmética e desconheciam os rudimentos das ciências e do mundo exterior, alertando assim sua mãe.
A Deusa do Saber reclamou então que os ideais de evolução preconizados pelo Magnífico Soberano não poderiam desprezar o curso da educação.
A Bela e radiante Hélvia, Deusa da Fortuna, resolveu o impasse entre as irmãs e expôs seu plano
.
A) A Deusa Ágata continuaria criando riquezas e distribuindo-as, porém, incentivaria os homens a encaminhar os filhos para os estudos;
B) A Deusa Sofia estimularia a abertura de escolas nos povoados e acenaria com perspectivas de crescimento intelectual e moral para atrair crianças e jovens;
C) Ela a Deusa da Fortuna asseguraria a Fortuna aos jovens que através dos estudos e amparados pelos trabalhos dos pais estariam aptos para a vida.
Pediram também a colaboração das princesas responsáveis pelas artes.
Desta forma disseminariam na superfície o conhecimento e a práticas das artes: Música, Canto, Pintura, Desenho, Poesia, Literatura e Cultura.
Seu objetivo era controlar a cobiça dos homens e favorecer o gradual desenvolvimento da raça humana, através do trabalho as forças da inteligencia se elevariam, através da colaboração as forças da moral seriam exercitadas.
Nomeou então sua filha Ágata como Deusa dos Minerais, pedindo que acompanhasse o processo de elaboração das pedras preciosas e semipreciosas e sua distribuição.
A sacerdotisa Messina, ouviu todos os planos do Soberano, ela adorava incentivar a cobiça entre os homens.
Sete princesas foram convocadas por Ágata que as encarregou da produção e distribuição. Vieram à superfície planetária e deram início a produção e se concentraram em distribuir nos leitos dos rios e sopé das montanhas.
Não precisariam se preocupar em divulgar, pois a sacerdotisa Messina se encarregou demostrar uma grande quantidade de ouro aos habitantes do povoado, despertando assim a cobiça do ser humano.
A princesinha Mirna, filha da Deusa da Sabedoria, quando desceu à superfície verificou que as crianças não sabiam ler e escrever, ignoravam a aritmética e desconheciam os rudimentos das ciências e do mundo exterior, alertando assim sua mãe.
A Deusa do Saber reclamou então que os ideais de evolução preconizados pelo Magnífico Soberano não poderiam desprezar o curso da educação.
A Bela e radiante Hélvia, Deusa da Fortuna, resolveu o impasse entre as irmãs e expôs seu plano
.
A) A Deusa Ágata continuaria criando riquezas e distribuindo-as, porém, incentivaria os homens a encaminhar os filhos para os estudos;
B) A Deusa Sofia estimularia a abertura de escolas nos povoados e acenaria com perspectivas de crescimento intelectual e moral para atrair crianças e jovens;
C) Ela a Deusa da Fortuna asseguraria a Fortuna aos jovens que através dos estudos e amparados pelos trabalhos dos pais estariam aptos para a vida.
Pediram também a colaboração das princesas responsáveis pelas artes.
Desta forma disseminariam na superfície o conhecimento e a práticas das artes: Música, Canto, Pintura, Desenho, Poesia, Literatura e Cultura.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
“CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE PRIMEIRA PUBLICAÇÃO DE LIVRO NO ESTADO DE SÃO PAULO”
Olá. A Secretaria de Estado da Cultura - Proac - está com inscrições abertas para quem deseja publicar seu primeiro livro. Quem sabe não é o empurrãozinho que você estava esperando para publicar sua primeira obra?
Angeles Paredes
http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.743e24c3aed90ec40fc55410e2308ca0/?vgnextoid=1ca76e6b6db12310VgnVCM1000004c03c80aRCRD&vgnextchannel=4923b23eb2a6b11
Angeles Paredes
EDITAL Nº 32 DO PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL
“CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE PRIMEIRA
PUBLICAÇÃO DE LIVRO NO ESTADO DE SÃO PAULO”
A SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA torna público o CONCURSO que fará realizar visando à seleção de projetos de PRIMEIRA PUBLICAÇÃO DE LIVRO NO ESTADO DE SÃO PAULO para apoio cultural, com observância na Lei Federal nº 8.666 de 21 de junho de 1993, Lei Federal nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 (Lei de Direitos Autorais), no que couber, na Lei Estadual nº 6.544, de 22 de novembro de 1989, e alterações posteriores, Lei Estadual nº 12.268, de 20 de fevereiro de 2006, bem como toda a legislação complementar relacionada ao ProAC, e em conformidade com as condições e exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos
Encontre o edital completo no link:
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